AH! Vão se catar!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Tão vendo como tô agressivo?! Pois é... notícias repentinas com um pouco de desatualização não desejável gera um pouco disso.

Bueno! Não tô sabendo muito do que tá rolando em Copenhagen, pelo que me chegou aos ouvidos, acredito que tenha dado pouquíssimo resultado. Enfim... o motivo da minha aparente revolta é esse abuso de tentar desculpar a ignorância do ser humano quanto a poluição mundial. Percebam o que acabei de reunir em informações.

Há um tempinho, eles (pesquisadores, cientistas...) investigaram o quanto contribuíam os bovinos, suínos e animais de criação para o aquecimento global. Tá! A demanda de criação animal no planeta é enorme, é até considerável a preocupação com o acúmulo de poluição e emissão desses poluentes por parte dessa área econômica e é até aceitável pensar-se sobre o assunto, sobre novas formas de, digamos, diminuir a área rural destinada para a criação desses bichos, sei lá, criá-los só em morros, para que se possa usar as planícies e planaltos para a plantação, para o cultivo de alimentos ou mesmo de árvores.

Ok. Mas o que eu achei um absurdo é a infantilidade de querer calcular o quanto seu bichinho de estimação poluí (Fantástico 20.12.09). AAAAAAAAHH!!! VÃO SE CATAR!!!

Vocês percebem o quão mesquinho, o quão egoísta, o quão infantil é essa pesquisa? Por que não calculam o quanto um ser humano polui durante toda a sua vida? Por que não se preocupam em pesquisar como vão diminuir a fabricação e circulação de automóveis poluentes? POR QUE NÃO VÃO CADA UM CUIDAR DO SEU NARIZ?!

Agora vão dizer que eu não posso adotar animais pra cuidar e tirar eles das ruas, porque eu vou estar agredindo a camada de ozônio! É isso?! Pooooorrrrfavor!

Daqui a pouco vão pesquisar quanto uma criança recém-nascida poluí e dizer para nínguem mais ter filhos. Vão pesquisar quanto um idoso polui e vão mandar fechar todos os asilos e liberar a eutanásia! Vão pesquisar quanto poluí um deficiente-físico e proibir que acidentados sejam tratados...

Isso é possível?! Ô desgraça de cultura mais infâme que temos, hein?

Ok. Ok... tô meio alterado.
Vou continuar a assistir meus animes e a comprar a mesma ração de sempre para o meu gato. E que se dane quem não tem bichinho! >P

Tomando consciência... sem moderação

sábado, 12 de dezembro de 2009

Olá =)

Estou tentando retomar a minha rotina de desenhos e textos, então, voltemos aos blogs...

Essa semana eu (re)começei minhas aulas da carteira de motorista. Estou participando das aulas teóricas pela parte da manhã, aqui em Estância Velha. Na última aula, falaram sobre meio ambiente, e isso gerou, numa folhinha de rascunho, um monte de temas e títulos para assuntos futuros.

O que eu achei muitíssimo interessante, é que nessa aula ingressou ao grupo um colega novo (tá... nem tão novo assim) e que se disse trabalhador do IBGE.

(Vejam a importância dessa útlima frase... eles realmente EXISTEM!)

Ele, dentre muitos assuntos, levantou a questão da utilização do espaço nacional: "Em diversos países do mundo, tais como EUA, Canadá e outros da Europa, é cobrada uma taxa de desembarque para estrangeiros, ou seja, o simples fato deles estarem pisando numa terra que não é sua já é motivo para serem cobrados por utilizá-la. E por que isso não acontece no Brasil?"
O Brasil é a terra do oba-oba, do deixa acontecer, do todo-mundo-é-de-todo-mundo. Por que não pode ser cobrado 5 dólares dos gringos? 5 míseros dólares? É demais? Vejam as proporções que isso pode tomar.

Seria o início de um investimento maior para o turismo, por exemplo.

Seria, pensando da pior forma (ou melhor, já nem entendo mais) um recurso diferente para os políticos tirarem um dinheirinho extra, e poderiam esquecer dos cofres públicos e diminuir os impostos... não?

Enfim. Por que não podemos aproveitar o que é nosso por direito? Ganhar dinheiro honestamente? Por que ainda carregamos essa dissimulada e famigerada malandragem de brasileiro?

O ENEM de nosso tempo!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O que falarei é de cunho pessoal e de total responsabilidade desta escritora.

No último fim de semana, dias 5 e 6 de dezembro, ocorreu em todo o país as provas do ENEM, regidas pelo Inep, instituto que realiza e organiza a aplicação das mesmas, com responsabilidade do MEC, que é o ministério que "inventou/criou" as provas.

No presente ano de 2009 o ENEM teve uma mudança considerável em seu processo, tanto na elaboração das provas quanto no método de aplicação. Aumentou-se, imensamente, o número de questões, aumentou-se a carga horária de aplicação da prova e, consequentemente, a capacidade de resistencia FíSICA do realizador da prova.

Noventa questões que envolviam biologia, química, história, geografia, e conhecimentos gerais destes temas em quatro horas e trinta minutos! E mais noventa questões que envolviam português, literatura, matemática, lógica e seus conhecimentos gerais, mais uma redação em cinco horas e trinta minutos! Este era o desafio proposto pelo MEC, que visava testar o raciocinio lógico dos presentes.

Qual raciocinio lógico pode ser testado e avaliado dignamente com questões extensas, respostas igualmente extensas, muitas vezes, e em pouquíssimo tempo? Diga, você, quem depois de quatro horas seguidas de prova consegue em sã consciência realizar questões de cálculo? Que preparo nossos estudantes brasileiros tem para aguentar uma maratona dessas? (Estou falando preparo físico mesmo para tal, e não do desempenho acadêmico de cada um).

O cansaço é um dos maiores inimigos de qualquer ser humano, independente do que faça, o cansaço é capaz de diminuir, consideravelmente, o desempenho de qualquer gênio. É necessário atenção, relaxamento do corpo e calma para realizar uma prova em que exige muito mais que conhecimento, exige raciocinio rápido!

Entorno de cinco horas/dia sentado em uma cadeira que muitas vezes nem é confortavel, em uma sala que nem sempre tem ventilador ou ar condicionado, lendo sem parar, forçando o pescoço em uma mesma direção, a claridade que as vezes atrapalha, é todo um ambiente contribui para a realização de uma boa prova.


Ao Ministério da Educação só o que tenho a dizer; mais uma vez vocês erraram, mais uma vez mostraram-se incapazes de efetuar quaisquer que seja o projeto, mais uma vez vocês decepcionaram o Brasil.

Revolução Verbal!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

"eu acho que..."


A palavra "acho" vem do verbo "achar" que significa; procurar, encontrar, SUPOR, considerar.
É a palavra do dicionário que mais provoca irritação na minha pessoa. Achismo o mundo tá cheio e é de certezas é do que precisamos. Todo mundo acha alguma coisa, porém ninguém sabe de nada no final.
Certeza, confiança, firmeza nas palavras impostas. Até presidente tem essa mania de achismo. Cansei de tanto suporem as coisas, cansei de achar que acho que estou certa. É oito ou oitenta. Ou sabe ou NÃO sabe.
Tirar do vocabulário um verbo tão mal empregado é desafio, é força de vontade, é querer mudar.
Chega de achismos, agora é Revolução!

Esses jovens...

domingo, 22 de novembro de 2009

Porto Alegre virou praia, e arroio virou mar.

Estava assistindo televisão com meu pai quando me deparei com uma notícia no mínimo inusitada. Em meio ao volume enorme de água que cai dos céus no nosso estado, esta semana o Arroio Dilúvio, em Porto Alegre se tornou uma espécie de mar, com ondas artificiais.

E alguns jovens, instigados pela idéia de poder surfar em POA pegaram suas pranchas, uma câmera de vídeo e se jogaram no dilúvio, surfando a nossa "pororoca".


Os garotos de divertiram, riram e brincaram.

E agora estão tomando vários medicametos para garantir que nenhuma doença os atinjam.
O Arroio Dilúvio é um esgoto a céu aberto, onde vão todos os tipos de dejetos e sujeiras.

Como nenhum dos garotos foi arrastado pela correnteza ou morreu afogado, a notícia ficou como uma grande brincadeira feita pelos guris.

E será uma grande brincadeira até que algum deles pegue alguma doença (espero que os medicamentos que estão tomando sejam eficazes) e essa notícia tenha ares de desgraça.


Falo sobre isso para chamar a atenção a um grande problema.

As pessoas só veem o quanto as coisas são perigosas quando algo ruim acontece.

Muitas vezes atitudes são tomadas apenas quando a desgraça já está feita.


Sejamos não apenas responsáveis pelos nossos atos, mas também responsáveis no momento ato.






"Bad water kills more children than war." Anúncio da Jung von Matt da Suécia para a Unicef.


E então, onde você vai surfar hoje?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pedimos desculpas a todos, estamos trabalhando para melhorar nossa casa... em breve estaremos estreando roupas novas!

Isso nao impede que tenhamos novas postagens, apenas talvez, algumas mudanças de layout...

agradeço a compreenção!

Esse mundo de conversas virtuais

quinta-feira, 12 de novembro de 2009


"Desculpe, mas preciso olhar teu olho. Decifrar cada linha que se forma em teu rosto quando diz isso. Tudo bem, eu sei. Pessoas normalmente se comunicam de maneira muito bem apenas com a escrita, assim como estou fazendo agora. Mas eu preciso te ver."

Definitivamente sou uma pessoa que não gosta de "teclar". Já prefiri falar por MSN a falar pessoalmente. Hoje só de falar isso sinto agonia. Entendo que a internet, o correio eletrônico, os programas de mensagens instantâneas são extremamente úteis, ainda mais quando podemos falar com pessoas que não vemos a tempos, que moram longe e temos pouco acesso.
Mas porque restringir as conversas daquelas pessoas a quem podemos ver a esses meios tão inumanos? É tão melhor ver um sorriso a ler um "huahua" ou "kkkk". É tão melhor ver um olhinho brilhando a uma raposinha fofa com olhos grandes e animalescos. É tão melhor dar um abraço a escrever três miseráveis letras. Abs.

Então porque nos privamos disso? Por que nos restringimos?

"Quero apenas encontrá-lo. Poder te dar um abraço de verdade. Sentir que está quente, vivo. Poder ver teu sorriso e ver que ele é verdadeiro, feliz. E quero falar contigo, gesticular e ter na memória um belo passeio de domingo com folhas rosadas de uma grande cerejeira caindo a nossa volta.
Não quero ver teu ícone verde, escrever palavras aladas, ler palavras vagas, ter a lembrança de um domingo sedentário onde apenas o teu teclado pode sentir o toque da tua pele."
 
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